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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Cursinho Pré - Vestibular UERN/CAMEAM 2009

Gabarito
Brasil: Independência, Primeiro Reinado e Período Regencial


01. (Cesgranrio) Alternativa E

02. a) A tensão social decorrente da prolongada decadência da produção açucareira pernambucana e a influência de idéias iluministas.
b) Os grandes proprietários tinham interesse econômico na proclamação da Independência, que significava basicamente a extinção do regime.de monopólio. Além disso, tinham interesse em assumir o controle político do Brasil.

03. (Cesgranrio) Alternativa D

04. O processo de independência do Brasil assumiu o aspecto de um "acerto" entre as elites, envolvendo de um lado a elite agrária brasileira e, de outro, o príncipe português no Brasil, ambos interessados no rompimento com o governo das Cortes portuguesas. A participação popular no processo político foi quase nula, dai resultando a não-alteração nas condições sociais e econômicas do Brasil, que continuavam privilegiando a velha elite colonial.

05. (Fuvest) Alternativa A

06. (UnB) 0 + 2

07. (Cesgranrio) Alternativa B

08. a) A reintegração do Brasil no circuito do comércio mundial por meio do café (levando a uma renovada penetração cultural européia), a expansão das atividades urbanas (e da vida social) e o desenvolvimento, ainda que discreto, da indústria (levando as mulheres das classes mais baixas ao ingresso no mercado de trabalho assalariado).
b) A mulher branca, dentro da fazenda, era tratada como um objeto, com funções meramente domésticas e de reprodução. Encontrava-se totalmente subordinada à autoridade do homem, fosse ele o pai ou o marido; era responsável pela criação dos filhos, que deveriam manter os mesmos padrões de comportamento dos pais.

09. (Cesgranrio) Alternativa B

10. (Vunesp) Alternativa D

11. (Mackenzie-SP) Alternativa D

12. a) O decreto de 1808 (Abertura dos Portos) e os Tratados de 1810 beneficiam principalmente a Inglaterra.
b) Com os Tratados de 1810 as mercadorias trazidas pelos navios ingleses passaram a pagar apenas 15% de imposto alfandegário, enquanto os produtos trazidos pelos portugueses eram taxados em 16%.

13. (UFSM-RS) Alternativa B